
Na minha estada em São Paulo de dezembro de 2007 a fevereiro de 2008, numas dessas visitas corriqueiras que todos os turistas deve fazer, fui em vários pontos como: A Estação da Luz, MASP, Paulista, Trianon, Pinaconteca, etc. E foi na Pinacoteca, ainda encantada com tanta coisa que até então parecia-me inacessível como as lindas obras de Rodin, Portinari e Tarsila do Amaral, que vi no térreo uma estátua enorme que mais parecia uma deusa. Era a "Musa Impassível", uma obra de Victor Brecheret um dos ícones do modernismo no Brasil. É uma escultura em mármore com quase três metros de altura pesando três toneladas. Ela representava honrrosamente a poetisa Francisca Júlia, no cemitério do Araçá, de onde foi retirada em 2006 para ser apreciada por todos na Pinacoteca de SP. Das grandes coisas que vi na cidade como as extensas e largas avenidas, os arranha-céus, o tão famoso e poético cruzamento das Avenidas Ipiranga e São João, a Musa, essa Impassível, foi ela quem me deixou passível de sua beleza imponente. E logo quando cheguei em Fortaleza, meu Professor Carlos Gibaja da disciplina de Fotojornalismo, me presenteia requerendo um ensaio fotográfico, no cemitério São João Batista, que logo o entitulei de "Entre o céu e a terra". Quis fazer uma alusão do divino que, ao mesmo tempo por sua beleza, se torna meio que profano. Será que é difícil adivinhar em que eu me inspirei para realizar esse trabalho?! Pois bem, vocês verão a fonte de minha inspiração e o resultado desse presente.
"Entre o céu e a terra"














Oi Clei amor, gosto desses estilos de foto. Silêncio. Eu gosto de uma música que diz quando o Dia encontra a Noite, é do Stratovarius. Suas fotos me lembraram da letra...Um sentimento gótico e romântico não acha? rs Bem como os românticos sentiam... um beijão !
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